quinta-feira, 3 de março de 2016

4066) As ondas gravitacionais (4.3.2016)



Um dos maiores desafios para os cientistas que trabalham em regiões avançadas do conhecimento é explicar aquilo em linguagem comum. Não só para o famoso “leitor mediano” dos jornais. Falo em justificar projetos e justificar pedidos de verbas diante de administradores, políticos ou burocratas cujo conhecimento científico é dos mais rarefeitos.

A imprensa divulgou com alarde, há pouco tempo, uma descoberta relativa às ondas gravitacionais. Isso sempre me intrigou. Eu sempre admiti que a luz (ou melhor o fenômeno eletromagnético) pudesse ser visto tanto como uma manifestação de ondas quanto de partículas em movimento. Os cientistas diziam que as duas coisas, mesmo confirmáveis pela experiência, eram mutuamente excludentes. Ou era uma, ou era a outra. Como nos domínios da FC a gente está sempre a uma página de uma revelação portentosa, deixei a questão em aberto.

Ondas gravitacionais (ou as partículas gravitacionais, ou “