quinta-feira, 10 de julho de 2014

3547) Ser goleiro (10.7.2014)




(Harry Gregg, do Manchester United)


Digam o que disserem (“No lugar onde ele pisa não nasce mais a grama”), o goleiro é o jogador mais visível de um time de futebol, o mais personalizado.  Talvez só o centroavante o supere em “pathos” e como possível fonte de inspiração literária. Um artigo de Benjamin Healy (http://tinyurl.com/kt6w2or) dá um balanço na complexa mitologia dessa posição, citando alguns dos seus praticantes mais famosos (Albert Camus, Vladimir Nabokov) e uma dúzia de livros escritos por ou sobre goleiros. Uma massa de informações que daria um ótimo tema para uma tese de mestrado.

Healy faz um passeio por alguns grandes nomes da História e também comenta o drama de alguns já esquecidos. (O nosso Barbosa, da seleção de 1950, ganha um retrato compassivo e honesto.) Outro brasileiro citado é Sérgio Sant’Anna com seu conto barbosiano “No último m