domingo, 24 de novembro de 2013

3352) Mente binária (24.11.2013)




Eu estava lendo um saite literário, com advertências e conselhos. Num certo post, o autor dizia algo assim: “Na ficção, o personagem é essencial. Ele tem que ter espessura, credibilidade. Se o personagem não parece uma pessoa – dentro das limitações de um texto, claro – a história não se sustenta”. O primeiro comentário do saite dizia: “Falso. E os personagens de Kafka, de Beckett? Que espessura eles têm? Parecem com quem? Isso que você fala é um absurdo.” A crítica do leitor tem uma certa