sexta-feira, 22 de novembro de 2013

3350) Clássicos da Zahar (22.11.2013)






Estou me devendo há algum tempo um comentário sobre a coleção Clássicos Zahar, que essa Editora vem lançando há algum tempo. São títulos que a gente pode chamar de clássicos populares – aqueles autores que hoje ocupam um lugar mais ou menos respeitável nas Histórias da Literatura, e que ao mesmo tempo produzem livros fáceis de ler, bem escritos, histórias interessantes contadas de um jeito envolvente. Livros que foram para minha geração o que Harry Potter e O Senhor dos Anéis têm sido para os mais jovens.

São todos livros em domínio público (autores falecidos há mais de 70 anos, de um modo geral). Isso significa que a editora economiza os 10% de direitos autorais que se paga sobre o preço de capa. Algumas editoras aproveitam isso para aumentar sua margem de lucro. Outras reinvestem isso, ou parte disso, em traduções caprichadas, prefácio e introduções, notas críticas e comentários ao texto, reprodução de ilustrações da edição original.

É mais ou menos o que tem feito a Zahar, numa série de clássicos em capa dura, como O Corcunda de Notre Dame&