sábado, 31 de agosto de 2013

3279) Seu Deca (31.8.2013)






Ontem estive me lembrando de Dona Zefinha de Seu Deca. Isso foi num desses lugares pras bandas de Tabira ou de Água Branca. Seu Deca vivia duma aposentadoria, de um gadozinho guardado nas terras dum genro, e de farra. Todo dia vinha almoçar em casa e depois ia freqüentar a rapariga, Fátima, uma moça que tinha uma perna maior do que a outra. Levantava da cama às 4 da tarde, hora do carteado na pracinha, onde se reunia com os amigos para deliberar onde iriam beber naquela noite. Dona Zefinha lavava os pratos e chorava, amaldiçoando Seu Deca e todos o