quarta-feira, 22 de agosto de 2012

2956) Imperativo tecnológico (22.8.2012)




Quando falamos na possibilidade de surgimento de uma Inteligência Artificial (e este “nós” implícito inclui escritores de ficção científica, jornalistas, cientistas, diletantes da ciência) temos a tendência de personalizar essas inteligências numa figura reconhecível: o robô que raciocina como ser humano e chega até a se emocionar ou ter problemas éticos; o computador capaz de dialogar conosco, dar conselhos, tomar decisões; o software capaz de psicanalisar um paciente de carne e osso; etc.  No entanto, pode ser que essa inteligência n