terça-feira, 7 de agosto de 2012

2943) Nome que dá sorte (7.8.2012)



Os adeptos da numerologia vivem mudando os próprios nomes para fechar uma conta cabalística qualquer, aí é uma tal de duplicação de consoantes, de inserção de “h” mudo a torto e a direito...  Funciona?  Sei lá. Mas a verdade é que quando um sujeito não se dá bem com o próprio nome, melhor mudá-lo por alguma coisa escolhida por ele mesmo. Dá mais certo do que os nomes que recebemos, à nossa revelia, quando nascemos e somos registrados.  A tradição do “nome artístico” vem um pouco daí, misturando a necessidade de evitar nomes excessivamente comuns, ou pouco eufônicos, por alguma coisa mais decorativa.  O cinema e a música popular estão cheios disso, e ainda hoje é um passatempo habitual das revistas de variedades fornecer uma relação de nomes banais ou impronunciáveis para que o leitor tente adivinhar quem é o famoso a que cada um deles pertence.

Alguns casos são mais interessantes.  Vi uma vez na TV um documentário sobre Bill Wyman, o baixista dos Rolling Stones (que já não pertence mais à banda desde