terça-feira, 12 de junho de 2012

2894) Budista Tibetano 234 (12.6.2012)






Procurei o meu Mestre logo após o trimestre das Cerejeiras, e o encontrei lavando folhas de chá. “Olá, Kagyu. Ouvi dizer que teu pai havia sido preso”. Ainda ofegante pela subida da encosta, respondi: “Por dois dias apenas, mestre, e logo foi solto.  Houve um equívoco”.  “Um equívoco?!” disse ele. “A prisão ou a soltura?”. Expliquei: “Confundiram-no com alguém que tinha agredido uma família, mas ele foi solto assim que um dos agredidos concordou em fazer o reconhecimento”.  “O que poderia ter acontecido dois dias antes”, observou ele. “Claro, mas quem somos nós para discutir com a lei”, disse eu.  Pobre só tem ra