sábado, 21 de janeiro de 2012

2772) Raymond Queneau (21.1.2012)




(Cent Mille Milliards de Poèmes)

Se eu fosse para uma ilha deserta (engraçado como todo escritor é ameaçado com isto, e é obrigado a escolher o livro que vai levar!) levaria Obras Completas de Raymond Queneau. Por muitas razões; a mais pragmática delas é que a obra de Queneau é imensa e variada. Num só volume eu teria romance, conto, poesia; romances fantásticos como As flores azuis, romances humorísticos como Zazie no Metrô; poesia cósmica; jogos de palavras; exercícios de estilo; recenseamento dos escritores e cientistas fora-de-esquadro.