quinta-feira, 22 de abril de 2010

1943) Uma instalação: Cabo Branco (31.5.2009)



Obra geo-artística monumental, de autor anônimo, que promove um instigante questionamento das nossas percepções do espaço e do tempo. Sugere uma interatividade totalmente integrada aos princípios pós-modernos da perecibilidade da Arte, e encara a dinâmica humana como um “fluxus” incessante, um coito simbólico entre o Desejante e o Descartável.

O primeiro aspecto da obra é deduzido dos “folders” fornecidos pela eco-galeria, onde somos informados de que o “locus” geográfico da obra é o ponto extremo das Américas. Cria-se um paradoxo simbólico: a obra se situa no ponto mais oriental de um continente ocidental. Inscreve-se como fronteir